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NÃO É MÁGICA: ENTENDA A LÓGICA DO CÁLCULO DOS CASOS ATIVOS E CURADOS DO BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO

Publicado em 19/11/2020 às 11:54 - Atualizado em 19/11/2020 às 12:07

Você já notou que de um dia para o outro o número casos ativos sofre mudanças bruscas em nosso boletim epidemiológico?

Não é mágica, é protocolo. Segundo os protocolos dos órgãos estaduais e nacionais de vigilância em saúde, o paciente sai da fase ativa da doença no 11º dia de sintomas, e então passa a ser considerado curado.

 

Já o protocolo do teste rápido, que é utilizado no município, determina que ele deve ser aplicado a partir do 10º dia de sintomas. Por isso, o paciente diagnosticado com coronavírus pelo teste rápido pode estar curado (se o teste for realizado no 11º dia de sintomas) ou passar a ser um paciente curado logo no dia seguinte do teste (quando o teste for realizado no 10º dia de sintomas).

 

Há também o swab nasal, o teste do cotonete. Este teste deve ser realizado entre o 3º e o 7º dia de sintomas, e leva um pouco mais de tempo para ser analisado, pois as amostras são avaliadas no LACEN, em Florianópolis. Por conta da alta demanda de testes no LACEN, pode acontecer do resultado positivo chegar ao município quando o paciente já estiver fora da fase ativa da doença (a partir do 11º dia de sintomas), e então o número de casos positivos sobe sem que os casos ativos subam também.

 

Mas o que determina que tipo de teste vai ser aplicado em cada paciente?

 

Isso vai depender muito de quando o paciente sintomático procurar o Centro de Atendimento Covid-19. Por isso, a Secretaria de Saúde pede que, ao surgimento dos primeiros sintomas, a população procure o Centro de Atendimento para que realize o teste o mais rápido possível.

 

E é importante lembrar: independente do momento em que o teste será realizado, todo paciente sintomático deve permanecer em isolamento domiciliar até que tenha em mãos o diagnóstico.